Empresas familiares: conseguem se internacionalizar?
As empresas familiares são protagonistas no cenário econômico nacional. Segundo conteúdo publicado pelo portal da Revista Exame no ano passado, dados do IBGE e do Sebrae mostravam que 90% das empresas no Brasil eram familiares. A posição de destaque dessas empresas é fruto da adoção de modelos de gestão mais eficientes e da introdução de novas tecnologias.
Hoje, uma outra tendência vêm atraindo os tomadores de decisão das empresas familiares: a internacionalização. Independente de porte e/ou segmento, é primordial fazer um planejamento robusto que leve em conta alguns pontos fundamentais como:
– Conhecimento sobre as diferenças de mercado entre os dois países, além das suas regras;
– Processos adaptados para a realidade do país em que a empresa vai se fixar;
– Análise detalhada de riscos e oportunidades;
– Práticas de governança corporativa eficientes;
– Entre outros.
E para satisfazer todas essas necessidades elencadas acima são imprescindíveis a fluência no idioma do país onde a filial será implementada e conhecimento sobre a sua cultura. A expansão das empresas familiares deve levar em consideração a língua, o comportamento, os gostos e os interesses de um novo público-alvo. Esses novos clientes foram “moldados” por uma outra cultura, diferente da empresa de origem.
Empresas familiares com colaboradores e gestores que falam a língua do país onde a filial será instalada e conhecem a cultura desse país conseguem criar produtos e/ou serviços específicos para a população local. Além disso, pode ficar mais fácil estimular a inovação.
Você integra a equipe uma empresa familiar que está processo de internacionalização e quer se destacar para viver uma experiência de trabalho em outro país? Acesse o nosso site e conheça mais a nossa metodologia de ensino.